Começando com o louvor, com músicas animadas, meditamos e louvamos a Deus com a palavra de Oséias 6, 1-3: Vinde, voltemos ao Senhor, ele nos feriu, ele nos curará; ele causou a ferida, ela a pensará...Foi erguido um grande louvor a Deus por suas promessas; Após a Elza Oliveira, falou sobre a cura interior. Para que a cura tenha seu início é preciso que aceitemos Jesus como verdadeiro senhor de nossas vidas, Ele tem que ser o centro de nossa história, disse ela. Elza falou também que a cura interior se faz necessário, pois carregamos muitas coisas em nossas vidas, as experiências ficam em nossa lembrança.
Depois Elza Oliveira, nos levou a orar pedido a Deus por nossa cura. Foi momento de grande manifestação do poder do Senhor. O Senhor operou, como os testemunhos ao final comprovaram, entre os testemunhos, uma adolescente de 12 anos se levantou para testemunhar e agradeceu a Deus por sua avó a ter levada ao Grupo, momento de grande exaltação a Deus, onde todos exclamamos: DEUS É MARAVILHOSO, também um pai de família que o Senhor o curou da rejeição de seus familiares, ele louvava a Deus pois o Senhor mesmo deu a família a ele e o amou desde sempre; também um senhor que chegou ao grupo com muitas dores pelo corpo e não sentira mais nada após a oração, e muitas outras curas que o Senhor manifestou através do dom da ciência.
Na próxima reunião contamos com sua presença, Deus abençoe!
ROMA, segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 (ZENIT.org) – Embora o mundo de hoje dê as costas para Deus, ainda continua ansiando por Ele e, com essa convicção, os sucessores dos bispos devem continuar lançando a “rede” do Evangelho, afirmou o Papa no último sábado, durante a ordenação de cinco novos bispos na Basílica de São Pedro.
Os novos prelados são: Dom Sávio Hon Tai-Fai, chinês, secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos; Dom Marcello Bartolucci, italiano, secretário da Congregação para as Causas dos Santos; Dom Celso Morga, espanhol, secretário da Congregação para o Clero; Dom Antonio Guido Filipazzi, italiano, e Dom Edgar Peña, venezuelano, ambos núncios apostólicos.
O Papa recordou aos novos bispos sua missão de “pescadores de homens” e de “trabalhadores na messe de Deus”, sem deixar-se intimidar pelas dificuldades.
Ainda que possa parecer que “grandes partes do mundo moderno viram as costas para Deus e consideram a fé como uma coisa do passado – disse ele -, ainda existe o desejo de que, no final, seja restabelecida a justiça, o amor, a paz, que a pobreza e o sofrimento sejam superados”.
“Todo este anseio está presente no mundo de hoje, o anseio pelo que é grande, pelo que é bom. É a nostalgia do Redentor, do próprio Deus, mesmo nos lugares em que Ele é negado”, sublinhou.
Portanto, precisamente neste momento, “o trabalho no campo de Deus é especialmente urgente”, afirmou, constatando que “sentimos de maneira particularmente dolorosa a verdade das palavras de Jesus: os trabalhadores são poucos”.
Quatro fundamentos
O Papa disse aos cinco ordenados que sua primeira missão é “entrar no campo da história humana”, sem desanimar-se, lembrando dos “quatro fundamentos” que regem a comunidade cristã desde o começo.
O primeiro, afirmou, é a perseverança em uma fé que “não é uma espiritualidade indeterminada”, porque o bispo “não deve ser uma vara de pântano, que se dobra com o soprar do vento, um servo do espírito do tempo”.
Pelo contrário, disse ele, “o ser intrépido, a coragem de resistir às correntes do momento pertence de modo essencial ao dever do Pastor”.
O segundo fundamento, explicou Bento XVI, é a comunhão na Igreja, a “corrente” de testemunhas que remonta às testemunhas oculares que puderam “tocar” Jesus.
“É a este fim que o ministério dos bispos serve: que essa corrente de comunhão não seja interrompida. Esta é a essência da sucessão apostólica: conservar a comunhão com aqueles que encontraram o Senhor de maneira visível e tangível e, assim, ter o céu aberto, a presença de Deus entre nós.”
O terceiro fundamento é a Eucaristia, que “é o centro da Igreja”, da vida de cada cristão e de cada sacerdote. O Papa exortou os cinco novos bispos a celebrá-la “com uma dedicação, um fervor cada vez mais profundos”, tentando viver cada dia “segundo a sua medida”, deixando-se “modelar por ela”.
O quarto e último fundamento, recordou o Papa, é a oração. Esta, “por um lado, deve ser muito pessoal, uma profunda união com Deus. Deve ser a minha luta com Ele, minha busca d’Ele, meu agradecimento a Ele e minha alegria n’Ele”.
Por outro lado, contudo, “deve sempre alimentar-se com a comunhão dos orantes, com a unidade do Corpo de Cristo, para plasmar-se verdadeiramente a partir do amor de Deus”, concluiu o Papa.
Fonte: http://www.zenit.org/article-27198?l=portuguese
